As exportações brasileiras para a China totalizaram 58,3 mil milhões de dólares norte-americanos no primeiro semestre de 2026, o valor mais elevado alguma vez registado para o período. As importações provenientes da China também alcançaram um recorde histórico, atingindo 38,5 mil milhões de dólares. Segundo o Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC), os resultados confirmam a posição da China como principal parceiro comercial do Brasil.
O desempenho foi impulsionado pelo aumento das exportações de produtos, como a soja, o petróleo, o minério de ferro e a carne bovina, que continuaram a representar a maior parte das vendas brasileiras destinadas ao mercado chinês. De acordo com o CEBC, a China absorveu 69,5% das exportações brasileiras de soja, 68,6% das de minério de ferro, 54% das de petróleo e 53% das de carne bovina.
Os resultados reforçam a relevância da relação comercial entre os dois países no cenário internacional. Segundo o CEBC, além de ampliar a procura por produtos brasileiros, a China consolidou a sua posição como principal fornecedora de bens ao mercado brasileiro, com destaque para os veículos eléctricos, evidenciando o fortalecimento dos fluxos comerciais bilaterais no primeiro semestre de 2026.
(Fonte: Exame., a 16 de Julho)


